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		<title>Sonhos &amp; responsabilidades</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Apr 2010 03:44:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mariana M.</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<a href="http://popnoid.com/2010/04/23/sonhos-responsabilidades/"><img align="left" hspace="5" width="100" src="http://i25.photobucket.com/albums/c87/viciousvanilla/rosa.png" class="alignleft wp-post-image tfe" alt="rosa vermelha que ganhei do Marrone" title="" /></a>Meus sonhos sempre caminharam lado a lado com as minhas responsabilidades. Estou falando sério. Sempre pensei que uma coisa não poderia existir sem a outra. No fundo eu talvez só pensasse assim por causa disso. Sem as responsabilidades, eu estaria desapontando as pessoas que amo. E sem isso, como ter meus sonhos comigo? E mais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Meus sonhos sempre caminharam lado a lado com as minhas responsabilidades. Estou falando sério. Sempre pensei que uma coisa não poderia existir sem a outra. No fundo eu talvez só pensasse assim por causa disso. Sem as responsabilidades, eu estaria desapontando as pessoas que amo. E sem isso, como ter meus sonhos comigo?</p>
<p>E mais uma vez estou aqui questionando o que eu quero da minha vida. Será que sou uma pessoa diferente e minha prioridades mudaram? Ou será que eu sempre fui assim e só reparei agora? Ou talvez meus sonhos tenham mudado de direção. Como é possível querer uma coisa a vida inteira, querer de coração&#8230; E de repente ver tudo mudar? Será que tudo que eu fiz agora foi inútil ou foi o que me levou até aqui? Engraçado, quando paro pra pensar até onde uma pessoa pode ir pra realizar seus sonhos. Soa piegas, não? Eu sempre me achei <em>drama gal</em> acima de tudo. Mas essa é só a minha versão sincera. Sabem como é, é o sangue italiano que corre nas minhas veias que me impede de me reprimir certas coisas.</p>
<p>Eu preciso estar apaixonada pra fazer as coisas. Simplesmente não consigo seguir adiante com alguma coisa se aquilo não me estimula a ponto de me fazer querer tirar o melhor de mim. A ponto de me fazer querer ir até o final e dar o meu melhor. Mas o que eu sinto agora é diferente. Eu não comparo a paixão porque é calmo e controlado. Coisa que obviamente eu nunca fui, quem me conhece sabe. É fazer e ver o resultado chegar devagar, sentindo o contentamento me inundar. Os impulsos ainda estão por aqui, mas cada vez mais esparsos e menos violentos. Fico triste de ver um pedaço de mim estar mudando, então prefiro pensar que ele esteja só adormecido. Todos os dias que me olho no espelho de manhã, vejo que estou um pouquinho diferente. Talvez seja a idade chegando. :)</p>
<p>Não nego que ando mais irritadiça do que de costume. Ando evitando MSN e afins, tenho medo de magoar as pessoas. Não preciso que ninguém me diga que é exatamente em horas assim que eu deveria contar com meus amigos, mas de verdade, não quero. Deixa eu primeiro resolver essas confusão comigo mesma, daí só repasso um resumão, pode ser? Pelo menos isso não muda.</p>
<p>Enquanto isso, a vida segue. </p>
<p align="center"><img src="http://i25.photobucket.com/albums/c87/viciousvanilla/rosa.png" alt="rosa vermelha que ganhei do Marrone" class="blogimage" /></p>
<p><strong>P.S.: </strong>Sempre quis terminar o post com alguma imagem-bonitinha-clichê.<br />
<strong>P.P.S.:</strong> A rosa foi presente do Marrone. Sim, aquele do Bruno. Aquele mesmo que <em>dormiu na praça pensando nela</em>.<br />
<strong>P.P.P.S.:</strong> Não, Marrone não me chamou pra fugir com ele. Todas as minas que estavam no brete ganharam rosas. Ah, tu não sabe o que é um brete? Um dia faço um post explicando isso. E explicando também o que eu estava fazendo lá dentro.</p>
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		<title>23 de novembro de 2008</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 17:50:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mariana M.</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<a href="http://popnoid.com/2009/11/23/23-de-novembro-de-2008/"><img align="left" hspace="5" width="100" height="100" src="http://popnoid.com/wp-content/plugins/thumbnail-for-excerpts/tfe_no_thumb.png" class="alignleft wp-post-image tfe" alt="" title="" /></a>Era uma linda manhã de domingo. Pessoas normais estariam dormindo. Outras estariam indo a missa. Eu estava acordada. Levando em consideração o tanto que eu adoro domingos e o tanto que adoro acordar cedo, podia-se deduzir que se tratava de algo grande. Oh, e era. Como sempre, eu estava em pânico. Tenho uma tendência um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Era uma linda manhã de domingo. Pessoas normais estariam dormindo. Outras estariam indo a missa. Eu estava acordada. Levando em consideração o tanto que eu adoro domingos e o tanto que adoro acordar cedo, podia-se deduzir que se tratava de algo grande. Oh, e era.</p>
<p>Como sempre, eu estava em pânico. Tenho uma tendência um pouco chata a ser fatalista por demais e esperar sempre o pior de tudo. Ajuda a não me decepcionar. Já não tinha ido dormir muito cedo e estava de pé logo cedinho. Olheiras sob meus olhos. O cabelo, uma tragédia. Como vocês podem imaginar, por mais perfeita e maravilhosa que eu seja, não acordo lá muito bem. Tomei um banho rápido e fiquei esperando. Eu podia, sei lá, infartar do nada a qualquer momento, tamanho o nervosismo. Naquela hora, podia cair um cometa no meio da minha sala que eu sequer iria notar. Olhei pela janela e vi muito, muito sol. Um dia lindo demais. Mas já falei que era um dia bonito, não? Eu não sei como seguir adiante. Estou tentando.</p>
<p>O telefone tocou e era tudo que eu precisava no momento. Bati no teto, cai no sofá e bati no teto de novo. Daí resolvi atender o telefone. Fantástico, ele já estava aqui. Na verdade, ele estava na porta da minha casa. Meu Deus, o que eu faço? Mato? Morro? Compro uma bicicleta? Bom, fui atender a porta. Eu não sei se ele falou alguma coisa. Se eu falei também, não me lembro. Estava com a boca tão seca que provavelmente não teria conseguido falar nada mesmo. Eu tenho dessas, minhas memória me prega peças. Não lembro de algumas coisas, mas detalhes como a roupa que cada um estava usando não me saem da cabeça.</p>
<p>A gente se abraçou, e eu poderia usar de muitos clichês aqui. Mas o que aconteceu mesmo mesmo foi que eu ouvi um clique. Peças se encaixando. Por mais que as peças fossem tão parecidas, quase iguais, elas se encaixavam.<strong>*</strong></p>
<p>Eu sei que nos afastamos, os dois ligeiramente sem-graças. Eu sei porque depois ele me disse que tinha sentido a mesma coisa. E daí em diante, as coisas foram acontecendo numa velocidade assustadora. Um dia, uma semana, um mês. Agora finalmente um ano. E parece que faz bem menos tempo que eu estava entrando em pânico na sala da minha casa. Mas também parece que faz muito mais tempo, como se eu tivesse vivido uma vida inteira nesse ano que passou.</p>
<p>Já desisti de tentar entender todas essas reações e todos esses sentimentos. A verdade é que quando estou perto dele (e mesmo quando não estamos perto um dos outro), parece que sinto tanta coisa que não consigo descrever. E mesmo se tentasse, nunca sairia algo satisfatório. Porque me faz sair do sério com facilidade. Porque num segundo eu me sinto tão repleta de alegria que poderia morrer um pouquinho. Porque eu já não vejo a chuva da mesma forma.</p>
<p>Você sabe que eu te amo. Talvez já amasse antes mesmo de te conhecer. Eu te amo não porque somos almas-gêmeas. Eu te amo porque vejo as coisas em você que são diferentes de mim, e amo cada uma delas. Não espero um futuro perfeito, populado de <a href="http://popnoid.com/2009/06/25/mariana-e-o-zoiudo/" target="_blank">zoiudinhos</a>. Vou estar feliz enquanto você estiver por perto, mo.</p>
<p><span id="more-1203"></span><strong>*</strong> Eu estava escrevendo esse post num pique só, mas nessa parte tive que parar. Faltou o ar e tive uma taquicardia básica, mas só pra vocês verem o quanto esse momento isolado mexeu comigo. E ainda mexe, tanto que evito me lembrar pra não surtar. Só consegui continuar a escrever no dia seguinte, ou seja, hoje!</p>
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		<title>O drama da castanha</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Sep 2009 20:08:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mariana M.</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<a href="http://popnoid.com/2009/09/09/o-drama-da-castanha/"><img align="left" hspace="5" width="100" height="100" src="http://popnoid.com/wp-content/plugins/thumbnail-for-excerpts/tfe_no_thumb.png" class="alignleft wp-post-image tfe" alt="" title="" /></a>Então, começando do começo. Eu sou fã de castanhas e como todas. Nozes, amêndoas, avelãs, pistache (que é um dos poucos sorvetes que eu como, inclusive), amendoim… Mas sabem como é, castanhas em geral costumam ser caras e a gente não as come em escala industrial. Heh. No começo no ano, fui a Natal ficar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Então, começando do começo. Eu sou fã de castanhas e como todas. Nozes, amêndoas, avelãs, pistache (que é um dos poucos sorvetes que eu como, inclusive), amendoim… Mas sabem como é, castanhas em geral costumam ser caras e a gente não as come em escala industrial. Heh.</p>
<p>No começo no ano, fui a Natal ficar uns dias com o namorado. Sabe como é, Natal, montes de cajueiros e castanhas de caju. Aos montes. Aos quilos. Em todas as variedades que você puder imaginar. Meu namorado comprou QUILOS (sem brincadeira), que ficavam guardados dentro do armário do hotel. Uma tarde, fiquei com fome e catei um pouco de castanhas de caju na variedade “com gergelim”. Comi um tanto e não demorou 5 minutos pra eu começar a sentir um enjôo violento e colocar tudo pra fora. Essa não foi a única reação violenta causada pelas tais castanhas. Mas é a única contável por aqui. Na época, achei que era porque meu corpo estava revoltado com doces e enjoado por conta da pílula, que muito recentemente eu tinha voltado a tomar. Tá.</p>
<p>Mês passado o namorado foi ao interior de SP e voltou com 6 kg de amendoim. Me deu 2 kg pra fazer tranqueiras aqui em casa. Pois bem, mamãe e eu fizemos pé de moleque. Eu consumi então o tal amendoim de trocentas formas. Tá, foram duas, mas foi o suficiente. Um fim de semana de 4 dias me entupindo de amendoim. No terceiro dia, eu estava tão inchada que reclamei com o namorado. Ele estranhou. Eu disse que devia ser coisa de mulher, sabe como é, a gente tende a reter água e outras viadagens do tipo. </p>
<p>No quarto dia eu voltei pra casa, linda, loura e japonesa. Eu não estava inchada. Estava INCHADA. Não havia roupa que coubesse em mim, então vesti meu velho moletom roxo-cor-de-fundo-de-caixão e fiquei deitada na cama com raiva da vida e dos amendoins. Quase tive um momento Scarlet O’Hara, assim, erguendo um punho ao céu e jurando que jamais comeria amendoim novamente. Eu estava toda empolada, me coçando horrores. Mamãe em pânico, não queria que eu dormisse com medo de que minha garganta fechasse. </p>
<p>A alegria no meu coração já não podia ser contida: eu havia acabado de ganhar uma alergia nova! Valeuzão, mas não precisava. Eu já sou alérgica a perfume, picada de abelha, uma variedade de maquiagens, calor (JURO), novela do Manoel Carlos… Posso trocar por um tique nervoso?</p>
<p><strong>P.S.:</strong> Não, eu não gosto de sorvete. Mesmo. Só tomo sorvete verde (de menta ou pistache).<br />
<strong>P.P.S.:</strong> Sim, sou mesmo alérgica a calor. Sou uma piada ambulante.<br />
<strong>P.P.P.S.:</strong> Esse post estava salvo no meu Live Writer. Só estou postando hoje porque é dia 09/09/09. Adoooooro esses números cabalísticos!</p>
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		<title>Over the distance</title>
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		<pubDate>Fri, 31 Jul 2009 03:00:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mariana M.</dc:creator>
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		<category><![CDATA[aniversário]]></category>
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		<description><![CDATA[<a href="http://popnoid.com/2009/07/31/over-the-distance/"><img align="left" hspace="5" width="100" height="100" src="http://popnoid.com/wp-content/plugins/thumbnail-for-excerpts/tfe_no_thumb.png" class="alignleft wp-post-image tfe" alt="" title="" /></a>- Por que uma das caveiruxas tem um traço no lugar dos olhos? - Porque é uma caveiruxa japonesa. XD Há um ano atrás, as coisas eram bem diferentes. Há um ano atrás eu nunca imaginaria que um ano depois estaria namorando novamente. E jamais imaginaria ter uma pessoa tão maravilhosa na minha vida. Sei [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>- Por que uma das caveiruxas tem um traço no lugar dos olhos?<br />
- Porque é uma caveiruxa japonesa. XD</p>
<p>Há um ano atrás, as coisas eram bem diferentes. Há um ano atrás eu nunca imaginaria que um ano depois estaria namorando novamente.  E jamais imaginaria ter uma pessoa tão maravilhosa na minha vida. Sei que um ano atrás você estava num lugar inóspito comemorando seu aniversário. Bem, as coisas mudam, mas nem tanto&#8230; </p>
<p>Você está longe, e não é a primeira e nem a última vez. Faz falta não ter você aqui comigo e não poder encostar meu nariz no gelado no seu pescoço pra me esquentar. Ou ouvir você dizendo que me ama. Mas eu espero você voltar pra compensar, ok? Tenho mais motivos do que você imagina pra comemorar o seu aniversário. Ah sim&#8230;</p>
<p><strong>Eu te amo!<br />
Feliz aniversário!</strong></p>
<p><em>Tonde yukitai ima sugu aitai<br />
Jibun no mimi de ai shiteru-tte kikitai no<br />
Shinjite itai mamotte itai<br />
Tsunagatte itai&#8230;</em></p>
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		<title>Pague pra entrar, reze pra sair</title>
		<link>http://popnoid.com/2009/07/14/pague-pra-entrar-reze-pra-sair/</link>
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		<pubDate>Tue, 14 Jul 2009 07:23:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mariana M.</dc:creator>
				<category><![CDATA[/s2]]></category>
		<category><![CDATA[Desventuras]]></category>
		<category><![CDATA[extras]]></category>
		<category><![CDATA[São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[taxi]]></category>
		<category><![CDATA[viagens]]></category>

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		<description><![CDATA[<a href="http://popnoid.com/2009/07/14/pague-pra-entrar-reze-pra-sair/"><img align="left" hspace="5" width="100" height="100" src="http://popnoid.com/wp-content/plugins/thumbnail-for-excerpts/tfe_no_thumb.png" class="alignleft wp-post-image tfe" alt="" title="" /></a>Se eu estou escrevendo, é porque eu sou birrenta. Estou acordada já a 24 horas e meu corpo todo dói. Bem, na madrugada de sábado pra domingo, eu tive uma experiência quase-religiosa. Na verdade eu quase levei aquela música &#8220;Segura na mão de Deus&#8221; a sério e fui pessoalmente cumprimentar o todo-poderoso. Vou contar tudo, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Se eu estou escrevendo, é porque eu sou birrenta. Estou acordada já a 24 horas e meu corpo todo dói. Bem, na madrugada de sábado pra domingo, eu tive uma experiência quase-religiosa. Na verdade eu quase levei aquela música &#8220;Segura na mão de Deus&#8221; a sério e fui pessoalmente cumprimentar o todo-poderoso. Vou contar tudo, prometo.</p>
<p>O que vocês acham mais fácil: nerds acordarem 3 da manhã ou nerds ficarem acordados direto até as 3 da manhã? Eu e meu namorado escolhemos a 2ª alternativa, já que ficar acordado até tarde é com a gente mesmo. Quero dizer, eu fiquei. Tinha tomado tanto café que tinha energia sufuciente pra alimentar uma pequena cidade por um dia inteirinho. Pequena nota: o café da minha sogra é muito bom, infinitamente melhor que o meu café queimado. Sim, eu tenho as manhas de queimar o café, outra hora eu conto.</p>
<p>Meu namorado estava de viagem marcada, o vôo sairia às 8 da manhã. Por se tratar de viagem internacional, o check-in começa 2 horas antes. E por se tratar de um japonês, ele calculou que se saísse 3:30 da manhã de Santos teria tempo suficiente pra chegar em Cumbica. Pequena nota: adoro esse senso de dever e responsabilidade. Quando crescer, quero ser igual a ele.</p>
<p>Pegamos o táxi 3:30 da manhã e eu fui com ele pra me despedir no aeroporto e depois ir pra rodoviária. Eu já devia saber que ia dar merda quando ouvi o taxista conversando sozinho enquanto subíamos a serra. Nada bom. Uma hora ele falou sozinho &#8220;NEBLINA!&#8221; tão alto que meu namorado, que até então estava cochilando no meu ombro, assustou e acordou. Eu só fiquei quietinha olhando pela janela, como sempre faço. Estava tão perdida em pensamentos que nem reparei que perdido mesmo estava o taxista. Onde diabos estávamos? O taxista estava nervoso e murmurava palavrões. Confesso, foi nessa hora que comecei a ficar com medo. Ele buzinou feito louco pra outro taxista e gritou pra ele pedindo informações. Ao que o outro taxista respondeu com a maior calma do mundo &#8220;Guarulhos? Você deveria ser preso, está indo pra Santo André!&#8221;.</p>
<p>Imediatamente, o taxista do barulho fez um retorno de qualquer jeito e foi dirigindo em braile (passando por cima de todos os olhos de gato que encontrava) até conseguir colocar o carro na direção certa. A partir daí, o que se seguiu foi a mais absurda e apavorante corrida de carro da qual já tive o desprazer de participar. Meu namorado ainda cochilava quando ele se perdeu pela primeira vez. E eu, que estava morta de sono enquanto subíamos a serra, agora estava acordadíssima. Ele quase bateu em três carros até chegar na Marginal Tietê. Não sei como foi possível ter errado a entrada da Marginal antes, visto que quem já andou em São Paulo sabe que, por mais que a cidade seja um caos, está sinalizada com placas ENORMES.</p>
<p>O percurso pela Marginal foi um pouco mais tranquilo. Até ele errar a entrada pra Guarulhos. Para num posto de gasolina, para em outro posto de gasolina&#8230; Resolve pedir informações pra um grupo de homens que estava num dos postos. Bêbados. Um deles se aproxima com uma das mãos nas costas e começa a perguntar de forma enrolada quando o taxista cobraria numa corrida até a Vila Madalena. Na minha cabecinha, ele estava armado e iria atirar na gente, nos matar, nos estuprar, queimar os corpos, nos estuprar novamente e finalmente nos desovar no Rio Tietê. Mas isso não era nada perto do que aconteceu a seguir.</p>
<p>Conseguindo informações com o pessoal (suuuuuuuuper confiável) do posto, ele se pôs a caminho novamente. Não sei qual parte de &#8220;segue a rua até o final&#8221; ele não entendeu. Mas fato é que ele conseguiu nos meter no meio de uma favela tremendamente medonha as 5 da manhã. Medo? Eu não conhecia essa palavra até hoje. Não satisfeito em nos enfiar naquele buraco, decide pedir informações aos manos locais. Olha, não me chamem de preconceituosa. Eu só não tenho as manhas de me enfiar no meio de uma favela de madrugada e ainda pedir informações buzinando feito louca. Não apenas uma, mas quatro vezes. Devo ter um santo muito forte, pois só cruzamos com pessoas muito boas e dispostas a ajudar. Quem não queria ser ajudado era o taxista doido, que teimava em ir pra direita quando indicavam a esquerda.</p>
<p>Depois da busca por informações, o taxista desandou a correr. Não que ele já não estivesse a mais de 100 por hora o tempo todo e passando a pelo menos 150 por hora nos quebra-molas. Foi nessa hora que se deu a minha experiência quase-religiosa. Eu penso que Deus, além de ter um senso de humor muito do estranho, age de formas misteriosas. Ele só pode ter colocado esse taxista no meu caminho pra renovar a minha fé. Digo isso porque eu não rezava com vontade desde a minha primeira comunhão, coisa de 15 anos atrás. Malemá eu lembrava o Pai Nosso. Eu estava a ponto de chorar quando, num quebra-molas, o taxista passa e faz a minha cabeça bater contra a cabeça do meu namorado. Ele corria feito um idiota pra compensar o tempo que tinha perdido por se enfiar em Santo André e por não saber ler placas. Estou com um galo na testa, filho da puta. Daí é que fiquei sentida mesmo. Só não comecei a chorar porque o puto estava com o vidro aberto e eu só conseguia pensar no frio que fazia e no vento que batia na gente.</p>
<p>Meu namorado só fazia me abraçar e esfregar a minha testa. Tadinho, morrendo de frio e tentando cuidar da manteigona derretida aqui. Depois de se perder pela caralhagentésima vez, finalmente conseguiu acertar a entrada do aeroporto. Mas também só porque meu namorado estava dando as coordenadas pra ele. Fantástico ter que ensinar um caminho que já havia sido combinado antecipadamente (minha sogra marca o taxi bem antes, pra não ter erro) pro taxista. Ainda se fosse um buraco onde o Judas perdeu as cuecas, mas não&#8230; Até a caipirona da roça aqui ficou revoltada quando ele perdeu a entrada do aeroporto, marcada por uma placa do tamanho de um contêiner.</p>
<p>&#8220;Desculpa qualquer coisa.&#8221;, foi o que ele disse ao fim da corrida. Meu namorado tremendo de frio, eu tremendo de medo&#8230; Da corrida e do taxista maluco que xingava e cismava de perguntar o caminho pros bêbados. Desculpa qualquer coisa? Oi tio, Google Maps? Oi tio, EXAME DE VISTA? Pois como taxista, você é um ótimo Stevie Wonder. E nem precisa cantar. Eu estava tão tensa que quando finalmente coloquei os pés no aeroporto, só conseguia rir da situação. É só o que resta mesmo.</p>
<p><span id="more-893"></span>
<li>Esse post foi originalmente escrito dia 5 de julho. Eu tinha acabado de chegar em casa depois da corrida maluca descrita acima. Não publiquei antes porque não estava achando graça. Agora estou. <strong>=D</strong></li>
<li>Eu mudei de layout uns dias atrás, mas não tinha ânimo pra postar. Então estou aproveitando um post já escrito. Ah, eu também estou pensando em mudar de layout de novo. Inspiração pra criar gráficos não falta, agora pra escrever tá treta.</li>
<li>Parte dessa inspiração toda é culpa do meu <a href="http://popnoid.tumblr.com/" target="_blank">tumblr</a>. Estou viciada nesse troço, passo horas olhando as imagens e me inspirando/divertindo. Tem um conta lá? Então me segue!</li>
<li>Adicionei um monte de wallpapers novos nos extras. E por um monte eu quero dizer <strong>UM MONTE</strong> mesmo.</li>
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		<title>Kampai!</title>
		<link>http://popnoid.com/2009/06/30/kampai/</link>
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		<pubDate>Wed, 01 Jul 2009 01:22:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mariana M.</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<a href="http://popnoid.com/2009/06/30/kampai/"><img align="left" hspace="5" width="100" height="100" src="http://popnoid.com/wp-content/plugins/thumbnail-for-excerpts/tfe_no_thumb.png" class="alignleft wp-post-image tfe" alt="" title="" /></a>Desde que comecei a namorar com o André (7 meses e um pouquinho atrás) eu tenho aprendido muitas coisas sobre cultura japonesa. Na verdade, ele me ensina o que ele sabe, eu junto com o que eu sei e vou me virando. Também porque temos feito coisas &#8220;japonesas&#8221;. Eu que não era fã de comida [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Desde que comecei a namorar com o André (7 meses e um pouquinho atrás) eu tenho aprendido muitas coisas sobre cultura japonesa. Na verdade, ele me ensina o que ele sabe, eu junto com o que eu sei e vou me virando. Também porque temos feito coisas &#8220;japonesas&#8221;. Eu que não era fã de comida japonesa aprendi a comer na casa dele (Oi? Sushi e yakisoba da sogra comandam!). Outras pequenas coisas a gente vai aprendendo.</p>
<p>Sábado fomos ao noivado de dois amigos do meu namorado. Fomos os primeiros a chegar, coisa que meu namorado estranhou. Afinal de contas 18:30 é 18:30 para os japoneses, não? Um tempo depois, as pessoas começaram a chegar. Um japonês, mais um casal de japoneses, mais um grupo de japoneses&#8230; Tá, eu até me viro bem no meio de desconhecidos, mas tipo, eram <strong>só japoneses</strong>. A impressão que eu tenho é que se eu fizer alguma coisa que os ofenda, vou sair linchada de lá. Ainda mais que estavam conversando em japonês também. Uma palavra ou outra eu acabo entendendo (depois de ver um monte de animes, queriam o que?), mas não deixa de ser menos assustador.</p>
<p>Sentei quietinha num canto enquanto o namorado tirava fotos dos noivos e de todo mundo. Não só porque o noivo tinha pedido, mas porque ele tem prazer nisso. Japoneses e câmeras: esse clichê é verdadeiro. Sorte que tinha um conhecido e fiquei conversando com ele enquanto os convidados terminavam de chegar. Eu conhecia os noivos, mas eles estavam ocupados dando atenção a todo mundo e acertando detalhes finais. Correu bem até a hora do brinde, ou <em>Kampai!</em>. Perguntei a um japonês que estava na mesma mesa que eu e ele muito calmamente me explicou. Como lá tinha um nihonjin, não poderíamos falar <em>tin-tin!</em>. No Japão, <em>tin-tin</em> significa &#8220;pênis pequeno&#8221;. Então imaginam quão bonita seria a cena da Marianinha aqui falando um <em>tin-tin!</em> todo animado no meio dos japoneses e eles desembainhando katanas e me perseguindo noite adentro. Aloka! Eu imaginei&#8230; E passei o resto da noite rindo. Na verdade, estou rindo até agora.</p>
<p>O jantar foi praticamente todo de comida japonesa. Tirando uma salada de legumes, arroz branco (que não era shirogohan) e uma carne ensopada. Bah, essas coisas eu como em casa né? Peguei só sushi (tinha de tudo quando é jeito e cor), nigirizushi, tempura, sashimi e umas saladas que até agora eu não sei do eram feitas, mas que eram boas pra dedéu. Eu sei que tinha kani no meio, e como kani eu como até com concreto, peguei. Comi os sushis de hashi, e até que me viro bem com eles. Meu namorado elogiou, até que eu fui comer o tempura. Tava pesado e o que a lorpa aqui fez? Espetou o tempura com o hashi! No Japão, é uma tremenda gafe espetar comida. Significa que você está oferecendo a comida pros mortos. Desespetei a comida rapidinho e continuei comendo. Pior que eu sabia que não podia e não lembrei na hora. Pra minha sorte, ninguém além do meu namorado viu. A imagem dos japoneses desembainhando katanas me veio a mente de novo, e não achei que seria legal sair correndo de salto alto.</p>
<p>No final, sempre vale a pena. Estar cercada de japoneses faz com que eu me sinta um pouco mais imersa na cultura, coisa que eu acho fantástica. Uma coisa que me fascina é o fato de buscarem perfeição e excelência técnica em tudo o que fazem. Tudo mesmo (um dia eu preciso fazer um post sobre os pães de mel da minha sogra). E o fato de pensarem no coletivo antes de pensarem no individual. Eu, pessoa egoísta, tenho muito a aprender.</p>
<p><span id="more-867"></span><br />
<h3>Banzai!</h3>
<p>Depois do <em>Kampai!</em>, gritaram também <em>Banzai!</em> no brinde. Banzai significa uma vida de 10 mil anos, mas gritar banzai seria algo como gritar <em>Viva!</em> ou <em>Uhul!</em>. Ou seja, é um grito de comemoração. Geralmente gritam Banzai três vezes, levantando os braços. Já fizeram isso? É muito divertido!</p>
<h3>Glossário</h3>
<p>Alguns meses atrás eu estaria totalmente perdida se lesse o que escrevi aí atrás. Então aí vai o significado das palavras que usei nesse post.</p>
<blockquote><li>Hashi: são os famosos &#8220;pauzinhos&#8221; que a gente usa pra comer. Quero dizer, quem não se embanana com eles, né?</li>
<li>Kani-kama: carne de pescado (e vários outros ingredientes) prensada e temperada pra ficar parecida com carne de caranguejo. Como disse a namorada do meu cunhado, é salsicha de peixe. </li>
<li>Katana: espada japonesa que muita gente conhece por &#8220;espada de samurai&#8221;. Tem a lâmina ligeiramente curva e fio apenas de um lado.</li>
<li>Nigirizushi: É um tipo de sushi mais compridinho, prensado na palma das mãos. Geralmente é feito de arroz com uma cobertura (peixe, polvo), e envolto em alga (nori).</li>
<li>Nihonjin: são os japoneses nascidos no Japão e que lá residem. Japoneses nascidos no Japão e residentes em outros lugares são chamados de <em>nikkeijin</em>. O país que possui o maior número de <em>nikkeijin</em> é o Brasil.</li>
<li>Sashimi: Fatias cruas de frutos do mar (vários tipos de peixe, lula, camarão) servidas com molho de soja (shoyu) e wasabi (além de outros condimentos).</li>
<li>Shirogohan: é o famoso arroz japonês, que quando cozido fica mais empapado. É usado pra diversos pratos, como o sushi, e também comido puro.</li>
<li>Sushi: muita gente pensa naquele rolinho de arroz envolto por alga quando ouve falar em sushi. Bom, sushi também pode ser envolvido em omelete, pepino e ter os mais diversos ingredientes. O redondinho mais conhecido, feito com a ajuda da esteira, é o <em>Makizushi</em>.</li>
<li>Tempura: é uma espécie de bolinho feito com vegetais e frutos no mar, frito em óleo bem quente. MUITO gostoso!</li>
</blockquote>
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		<title>Mariana e o Zoiudo</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Jun 2009 15:14:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mariana M.</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Drama gal]]></category>
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		<category><![CDATA[Nonsense]]></category>
		<category><![CDATA[Popnoid.com]]></category>
		<category><![CDATA[bruxismo]]></category>
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		<description><![CDATA[<a href="http://popnoid.com/2009/06/25/mariana-e-o-zoiudo/"><img align="left" hspace="5" width="100" src="http://i25.photobucket.com/albums/c87/viciousvanilla/zoiudo2thumb.jpg" class="alignleft wp-post-image tfe" alt="" title="" /></a>Eu estou pra ver alguém que durma mal como eu. De umas semanas pra cá, o bruxismo voltou com força total. Tem sido cada vez pior, e hoje mesmo eu acordei as 7 da manhã, vocês devem imaginar como né? O pescoço tá travado, a cabeça dói, a mandíbula idem. Pra quem não sabe do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu estou pra ver alguém que durma mal como eu. De umas semanas pra cá, o bruxismo voltou com força total. Tem sido cada vez pior, e hoje mesmo eu acordei as 7 da manhã, vocês devem imaginar como né? O pescoço tá travado, a cabeça dói, a mandíbula idem. Pra quem não sabe do que se trata:</p>
<blockquote><p>O bruxismo (do Grego βρυγμός (brugmós), ranger de dentes) e o briquismo, são hábitos parafuncionais que levam o paciente a ranger os dentes de forma rítmica. O bruxismo consiste em ranger ou apertar os dentes durante o sono, e o briquismo, consiste em ranger ou apertar os dentes durante o dia. Ambas são patologias semelhantes observadas em pacientes de todas as idade e geralmente estão relacionadas ao alto nível de stress.</p>
<p>Via <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Bruxismo" target="_blank">Wikipédia</a>.</p></blockquote>
<p>Pior que se eu estou dormindo com o namorado, acabo acordando o coitado. Passo a noite inteira mascando meu chiclete inexistente ao lado dele. Ele acorda, me cutuca, eu paro. Mas é dormir de novo pra recomeçar. <em>Tec tec tec!</em> E assim vamos a noite inteira. To sentindo que se as coisas continuarem assim, vou precisar dormir de focinheira. </p>
<p><a href="http://i25.photobucket.com/albums/c87/viciousvanilla/zoiudo2.jpg" target="_blank" rel="lightbox"><img src="http://i25.photobucket.com/albums/c87/viciousvanilla/zoiudo2thumb.jpg" class="blogimage" border="0" align="right" alt="" /></a>Mas por pior que seja, ainda prefiro o bruxismo aos pesadelos. Puta merda, mente macabra dos infernos. Sinto que eu ganharia rios de dinheiro se escrevesse histórias de terror. Stephen King? Os livros dele pareceriam romances açucarados perto das minhas histórias. Meu último pesadelo me deixou tão impressionada que estou com a imagem do Zoiudo na cabeça até agora.</p>
<p>Explico. Domingo passado tive esse pesadelo que me assustou a ponto de eu precisar levantar as 10 da madrugada. Sim, pasmem, 10 da madrugada de um domingo. Sonhei que tinha ficado grávida do meu namorado e assim tinha parido um zoiudinho. Considerando as probabilidades, já que meu namorado é japonês e meus olhos estão longe de serem grandes também, podem poupar as piadas. O filho era dele sim: o cabelinho espetado não deixava mentir. Só que era excepcionalmente grande pra um recém-nascido, grande como um bebê dos seus 3 meses. E fazia cocô verde e fedido aos montes. Eu trocava a criatura 20 vezes por dia e limpava toda a porcariada.</p>
<p>Segundo meu namorado, eu pari uma vaca. Criatura grande e fazedora de montes de cocô verde e fedido. Depois, brincando no Photoshop, sinto que pari um anime: criatura grande e fazedora de montes de cocô verde e fedido, além de bem zoiudo. De qualquer forma, a experiência da maternidade e todo o mimimi que vem com ela ainda me assustam pra caramba. Quem sabe mais pra frente. Talvez daqui uns 10 anos. E se for zoiudo, a gente conserta com estilete.</p>
<p><span id="more-836"></span><br />
<h3>Mudando de assunto&#8230;</h3>
<p>Depois de eras e mais eras, atualizei <a href="http://popnoid.com/portfolio/" target="_blank">meu portfolio</a>. Decidi reabrir as encomendas por enquanto, vou aproveitar que vou ter uma folguinha com meu TCC, já que eu sou caxias (<em>cof cof cof</em>) e estou adiantada. Falar em encomendas, fiz o CSS e o tema base do layout atual da Si (<a href="http://aescritora.org" target="_blank">A Escritora</a>). Já está no ar lá no blog dela. <strong>=D</strong></p>
<p><strong>P.S.:</strong> A imagem original deste post pode ser vista <a href="http://travel.webshots.com/photo/1190219031057577628XWmUwJ" target="_blank">aqui</a>.</p>
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