15.07.09


Explicando com laranjas

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15:39 582 palavras 22 comentários

Às vezes, não adianta falar. Precisamos explicar detalhadamente com laranjas, porque vejo que se o capim mudar de cor algumas pessoas por aí vão morrer de fome.

7) Ela está falando mal porque quer atenção, e não porque não gosta!
É mais fácil acreditar nisso do que aceitar que tem gente que acha suas filhas feias né? Vide comentários do post anterior. Desculpe ter que jogar a realidade assim, na cara… Mas… As pessoas têm mesmo gostos diferentes! E é isso que torna o nosso mundo tão rico e mágico.

6) Não vamos lá xingar, é o que ela quer.
Não, eu realmente não queria que viessem me xingar. Mas certamente era o que vocês queriam fazer. E aparecer aqui pra dizer impropérios provaria que eu estava certa: é um bando de gente doida sem noção da realidade, que vive num mundo à parte e tem filhas de plástico. Mas nem precisava, os comentários no twitter já fizeram o meu dia.

5) O computador dela desvaloriza enquanto minhas “feias” não!
Essa foi uma das melhores coisas que eu li! Eu devo ter passado uma meia hora rindo. O comentário (de uma pessoa que claramente não entendeu a piada) foi respondido pelo meu namorado. Ele disse o seguinte: “realmente, vamos todos investir em bonecas feias, esse negócio de bolsa de valores é furada”.

4) E tem gente que não gosta de Blythes!
Uau, você descobriu isso sozinha? Pois é, a mesma pessoa que foi que a mais ofendeu a Claudinha foi a que mais divulgou meu post. Obrigada!

3) Vi num blog uma vez uma garota reclamando de pessoas que tinham Blythes e customizavam do jeito errado. Sério, depois que ela acabar, tem uma pia cheia de louça suja aqui em casa.
Dito pela minha amiga Jil.

2) Meus mais sinceros agradecimentos às pessoas que tiveram bom humor pra entender meu post anterior. Curiosamente, amigas minhas são sim felizes proprietárias de Blythes! E não é por isso que eu acho elas malucas. Aliás, podem me apontar onde que no post anterior eu disse que toda dona de Blythe é maluca? Grata.

1) Não gosto da idéia de viver num mundo onde não posso expressar minha opinião porque ela é contrária a opinião da maioria. A Dedê acabou de escrever um post muito bom sobre isso. Rola uma necessidade muito grande de ser aceito, por quem quer que seja. E isso leva as pessoas a agirem de forma estúpida. A grande sacada é: como ser aceito sem mudar quem você é? Ou fingir que pensa de outra forma? Por sinal, foi ela que me lembrou de outro ocorrido bizarro também, quando a Ellen falou mal de Crepúsculo. O blog é de quem mesmo?

P.S.: Bru e Bia obrigada pelos comentários! Pos isso que gosto e admiro tanto as duas!







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